acho que vi
dois filmes seguidos ontem.
um era uma comédia romântica, coma Salam Hayek e o Mathew Perry.
acho que a tradução do nome era "E agora, meu amor?".
aliás, Salma Hayek antes de interpretar Frida Kahlo sõ fazia essse filmecos de comédia romântica. ouh, bem...
o fato é que eu prestei atenção no filme.
era o que eu queria: conhecer um cara interessante/agradável num lugar inusitado, feito a personagem de Hayek conheceu a de Perry - a fila de um banheiro.
eles transam, loucamente, e 3 meses depois ela aparece grávida.
tsc" que lindo.
a família mexicana dela era a mais engraçada, principalmente, o pai dela.
eles se casam numa capela de cassino em Las Vegas e moram juntos, e brigam e se amam.
blá, filme comum.
no fim todos ficam felizes pra sempre e nasce um bebê.
hu,
peru surprise! (como naquela famoso episódio do desenho do Pernalonga)
eu contei o filme inteiro pra ressaltar que ela era fotógrafa e tinha nuns retratos lindos na parede - admiro mutio fotografia - e também pra dizer que eu tive vontade de cuspir na bisavó da personagem. é, ela veio com aquele nhé nhé nhé de "pra amar, vc tem que se abrir".
começou a dar embrulho no estômago já, tenho que parar de assistir comédias românticas.
tsc" tsc"
e tuuuudo isso ainda, é pra encaixar com uma frase magnífica que achei enquanto lia o site da BBC:
"
A crença cega que se possa ter numa espécie de amor & felicidade futuros, no fim todo mundo vai parar mesmo no penico de excrementos do fracasso"
(Charles Bukowski, em Crônica de um Amor Louco)
pro inferno com as comédias românticas, mas sabe o que estava passando no outro canal no mesmo horário?! "Nos Embalos de Sábado à Noite"! tsc"
depois de ver o final de "Nos Embalos de Sábado à Noite", vi um filme, totalmente anônimo e trágico, chamado "O Retorno".
afinal de contas, existem tantos filmes com esse nome também...
admiro
os homens que tem a capcidade de, ao invés de despir, cobrirem uma mulher, ternamente.
eu vi O Clã das Adagas Voadoras, e fiquei impressionadíssima.
é, mas uma ida ao cinema sozinha...
a fotografia do filme é mais linda que eu já vi, efeitos maravilhosos.
junte a isso as lutas entre as personagens, um show de artes marciais.
e, claro, uma história de amor.
é uma historinha de amor linda, mas, ainda assim, é uma historinha de amor.
chegou perto de uma novela mexicana, mas a classe e o texto são incomparáveis.
por que eu estou usando adjetivos assim pro filme se tudo que eu quero dizer é que eu gostei?
humpf, mania pedante...
gostei, gostei. ponto final.
ah, acho que os protagonistas (Mei e Jin) são os mesmos de O Tigre e o Dragão (Jen Hong e Nuvem Negra) - se não forme, são parecidíssimos!
e não me venha com essa história de chinês e japonês é tudo igual ¬¬
sucking a lemon with ardenn?
alguém sabe por quê?
pois é, autismos, autismos..
cúmulo do autismo hoje é fazer um blog de besterol como o meu.
ninguém lê! hahaha
mas nem os blogs interessantes as pessoas lêem... eu acho isso triste.
não por mim, mas pras pessoas que escrevem coisas importantes.
é.
"chupando um limão com a ardenn". that's it: vamos chupar um limão, então!
é melhor que ler isso, não é?
é.
isso dói?
não.
adoro frases que terminam com pontos finais, sem exclamação, sem dúvida. eu chamaria de frases lúcidas. aquelas frases que vc usa quando acorda, numa manhã de inverno, num dia mais ou menos. porque aquela semana foi um tremendo cansaço,e finalmente, vc pode descansar e não conseguiu, porque vc desejava que estivesse alguém lhe esperando acordar...
reticências são perigosas...
tempo de loucura voltou
... mas eu estou sempre longe daqui e assim, não as escrevo.
e elas se perdem.a Canção da Chuva é uma maldição, o russo (que não é russo) também.
servi de boneca.
em tempos antigos, era uma bonequinha e luxo de olhos provocantes, uma luxúria.
agora, uma boneca fajuta de plástico, cuja cabeça arrancaram e o corpo violaram.
servir de boneca é uma maldição, depois que vc se sujeita a isso, nunca mais pára.
de um modelo imaculado, pra um exemplo de desgraça.aquelas velhas prostitutas com rímel borrado, rímel barato, que nunca mais desgruda dos olhos.
sonhos destruídos e jogados no lixo por um copo e um calor.
uns desejos abafados.
uma vez tinha uma prostituta no meu sonho, que do nada, ela fugia nua, no meio do trigal.
jornada nas comunidades matão-do-judas
pois sim, fui parar na Colônia Santana.
nada de trilhas ecológicas, nem banho de cahoeira, nem nada disso
eu fui...
pra balada! (rs)
imaginem uma espécime como é Ardenn Lynn, numa balada, numa comunidade matão-do-judas, cheio de colonos ... insanidade, insanidade.
detalhe: era uma festa de um canal de IRC (#
nakebrada) no qual eu não entro, e posteriormente, descubro que não existe; tinham famílias (mães e pais!) na festa; e aconteceu num parque aquático cujo slogan era "
o tchan do verão" ... o fim (!)
estavam alguns coleguinhas meus lá, inclusive a banda de um deles tocou.
só assisti esse show, estava muito mais interessada na sancta pinga, amada
Rajska.
tomei um mísero cuba, e não satisfeita galguei 4 doses de
Rajska pura.
cai, tombei, morri - ou, "
abojei" como diziam os vultos dos meus colegas a minha frente quando repousei para vomitar.
fui embora carregada pela primeira vez na vida.
não era minha intenção, eu juro. mas enfim, essa não foi a pior parte: eu dancei "
putz putz"!
erhrhrhrhr, que não faz uma vodka nas idéias, não?
e ali foram jogadas toda compostura, educação, cultura. uma doideira.
dormi lá pela comunidade mesmo.
(/hua)sabe o mais estranho de tudo? eu me apaixonei pela Colônia Santana.
meu mais novo amor bandido.
(rs)
sanctus....
que vexame. meu blog foi linkado e nme pronto está!
ouh, sanctus... e vai demorar, diga-se de passagem. há tanto que se fazer, e não ajuda o facto de eu estar apanhando pra o servidor.
mas sabe o que eu queria?
eu queria esquiar.
sim, esquiar em Aspen. ou na Suíça, quem sabe...
talvez um homem, aquele idealizado, dance tango comigo dentro num chafariz, numa praça lotada.
ou talvez, ele morra.
que morra.. tenho tantos textos anteriores a deletar.. erhrhrh